quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Roda de Leitura - 2


"Passeio ao Mundo da Leitura"; "Viajando pelo Fantástico Mundo da Leitura"; "Jogos do Mundo da Leitura"; "Oficina - Mundo da Leitura"; "Borrachalioteca"; "O Mundo da Leitura nos Olhos das Crianças". Não importa o nome que darão aos projetos. O que interessa de fato, é a disseminação do maravilhoso gosto pela leitura. A independência que o conhecimento dá e a possibilidade de sonhar muito além do nosso quintal.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Roda de Leitura:


Uma roda de leitura, ou círculo de leitura, se caracteriza, como diz o nome, por um círculo ou semicírculo, reunindo um determinado número de pessoas em torno do leitor-guia. O leitor-guia pode ser um especialista em um autor, exemplo, Machado de Assis, e estar apto a responder às questões que surjam em relação à obra e à vida deste escritor. Mas esta não é a principal qualidade que deve pautar a escolha do leitor-guia. Um especialista pode ser uma pessoa que não tenha qualidades para dinamizar um grupo, fazer com que as pessoas se expressem e postulem, de forma aberta e dinâmica, suas questões. É esta sensibilidade, além de conhecimentos básicos em torno do que é lido, que define a qualidade do leitor-guia.
Enfim, a roda de leitura, ou qualquer evento onde a palavra circule, é uma aventura quase sempre imprevisível, o que lhe dá um sabor de novidade.

É importante ressaltar que a denominação roda de leitura como roda não é gratuita, esta é uma formação que pretende que a hierarquia não se estabeleça a partir do lugar que se ocupa. Embora todos se voltem para o leitor-guia, que é uma espécie de regente de orquestra, são os participantes que “tocam” a roda.

O número de pessoas, o tempo de duração, o local e o texto a ser lido pode ser pré-fixado (exemplo, um ciclo sobre Carlos Drummond de Andrade) ou negociado (quando se trata de vários encontros com o mesmo grupo e o leitor-guia sonda as preferências da maioria). Pessoalmente, prefiro trabalhar com cerca de quinze pessoas, o que me permite conhecer melhor cada um dos componentes da roda. Acho que se poderia estabelecer como regra: nem tão poucos que não se permita uma variedade de opiniões, nem tantos que se perca a possibilidade de distinguir quem é quem. Isto vale, principalmente, quando a roda é feita de forma sistemática, durante um período, com um determinado número de pessoas (como ocorreu no SESC/Niterói, no Rio de Janeiro, no primeiro semestre de 2001, nos “Encontros com Clarice Lispector”, em que atuei como leitor-guia em oito sessões).

O tempo de duração pode variar de uma a uma hora e meia, dividido entre a leitura e o debate; sendo uma hora, dez a quinze minutos de leitura me parece razoável, ficando os restantes 45 a 50 minutos para o debate.

O local deve ser o mais acolhedor possível. Prefiro lugares fechados, espaçosos, despojados e silenciosos.

A escolha dos textos é da maior importância para o êxito de uma roda de leitura. É fundamental que o leitor-guia se identifique com o texto que vai trabalhar, o que não significa que ele não negocie com o grupo com o qual vai realizar a roda.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

As bibliotecas mais exóticas do mundo:


A biblioteca de Mafra, com chão de mármore, estantes em estilo rococó e mais de 40.000 livros, é um tesouro fenomenal. Lá, se encontra a segunda edição de Os Lusíadas de Luís de Camões.
Essa biblioteca rivaliza em grandiosidade com a Biblioteca da Abadia de Melk, na Áustria.